Contos de uma sexta-feira…

Hoje é sexta-feira! E só por isso eu vou fazer um post mais light, só em comemoração as sextas ta gentem, isso não tem nada a ver com preguiça e com eu ter acabado de acordar da minha sonequinha. Hoje resolvi contar uma “históriazinha”.

Tinha a Paulinha, tá?– to usando o verbo ter só de birra, afinal não é todo dia que um individuo passa uns 20 minutos tentando conversar comigo sobre como as pessoas tem o mau hábito de usar o verbo ter no sentido de existir. Que jeito magnânimo de puxar papo! Quem sabe um dia eu faço um manual de como puxar papo pra esse povo –. Voltando à história, a Paulinha era uma menina muito feliz, morava com os avós, o seu Carlos e a dona Cláudia, em uma casinha em Jundiaí, no Jardim Bizarro.

Um belo dia Paulinha estava no seu ônibus voltando para sua casa, tudo parecia normal. Ela chegou em casa, abriu a porta, lavou as mãos, tomou um copo d’agua, fez uma série de coisas que não são importantes pra minha história, e depois de tudo isso, resolveu ir ao banheiro. Chegando lá, ela fez seja lá o que as meninas fazem no banheiro e – naturalmente – deu descarga. Pxiiiii!!! *barulho de jato forte* Um jato de alguma coisa vermelha escura saiu da privada e a acertou na cara, o jato era incrivelmente forte e ela caiu. Um barulho estranho começou, pequenos jatinhos, também vermelhos, começaram a sair do piso, que por sinal, estava se rachando. Os jatinhos cresceram e chegaram até o teto! O liquido era quentinho e tinha gosto de sangue. Paulinha chegou a conclusão que o liquido era sangue! A menina ficou aterrorizada! Em pouco tempo o banheiro estava alagado e Paulinha, toda encharcada de algo vermelho – Cadê o Omo Multi-Ação quando se precisa dele?! –.

O resto da história é bem previsível. Seu Carlos chamou a polícia, dona Cláudia chamou o padre, o padre organizou uma passeata de fieis pra exorcizar o que quer que tenha na casa, os fieis ficaram comovidos com o caso, a polícia chamou um encanador, o encanador trocou toda a encanação, os fieis comovidos se comoveram mais ainda com o ato de “fé” do homem e ele acaba virando santo.

Agora brincadeiras à parte, essa história é real! Tirando a Paulinha, todos os nomes e o parágrafo anterior. Parece que tudo isso aconteceu – o lugar chama Jardim Bizarro mesmo -. Conforme meus informantes me passaram – o Thiago -, tudo isso foi publicado no UOL Notícias.
Não sei o quanto disso é verdade, mas ta me cheirando a armação. Como assim jorrou sangue do banheiro? Ta muito mal contado isso.

Ps: Eu dei uma aumentadinha na parte do sangue jorrando até o teto, parece que só subiu uns 15cm.

Por: Rodrigo

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